A Verdade na Assessoria de Imprensa
Não querendo ferir susceptibilidades, comparo o assessor a um padre, ao qual o assessorado se deve confessar, a quem deve revelar o mais ínfimo pormenor da sua vida. O assessor deve estar a par não só do presente, mas também do passado, por mais obscuro que ele seja, de quem assessora. Torna-se, por isso, imperioso que a relação entre o assessor de imprensa e o seu cliente se torne, gradualmente, numa relação de extrema confiança mútua. O assessorado, por sua vez, deve ver em que lhe presta assessoria, um verdadeiro confidente. A este propósito lembremos Howard Kurtz, que proferiu, sobre Mike McCurry, porta-voz do Presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton, a seguinte frase: “Ele acreditava que os três princípios do seu trabalho eram dizer a verdade, dar às pessoas uma janela para a Casa Branca e proteger o presidente, mas o último imperativo, muitas vezes, tornava difícil cumprir os dois primeiros”.
Contudo não é só o assessor que tem que receber, é também sua função dar informações ao assessorado acerca do ambiente, do mercado em que este está inserido. O assessor deve dominar não só as ferramentas da AI, mas também o ramo em que o seu assessorado está inserido, a concorrência que enfrenta, os consumidores e os seus fornecedores, para que, mais uma vez, não haja surpresas. A mentira e a surpresa não devem fazer parte do ambiente de trabalho do assessor: já bem bastam as surpresas inevitáveis! Ou melhor, não pode haver mentiras por parte do cliente. As omissões podem justificar-se sempre que o profissional considere necessário, no sentido de preservar, salvaguardar a imagem institucional. É também o assessor de imprensa que irá decidir se e quando as revelações poderão vir a tornar-se de conhecimento público. Mais uma vez reforçamos a importância do timing nesta profissão, pois é aqui que muitas vezes se revelam os bons e os menos bons profissionais deste meio.
A AI “procura controlar (aumenta ou restringe) o fluxo de informação que é veiculado nos media sobre o assessorado”. Os objectivos do controle de informação passam por: i) Evitar a dispersão de meios e esforços; ii) Possibilitar uma visão integral dos problemas e viabilizar possíveis soluções; iii) Evitar imprevistos; iiii) Pormenorizar as vantagens; iiiii) Definir metas e responsabilidades; iiiiii) Estabelecer uma unidade de discurso nas mensagens para que a informação fornecida aos media seja coerente.
Contudo não é só o assessor que tem que receber, é também sua função dar informações ao assessorado acerca do ambiente, do mercado em que este está inserido. O assessor deve dominar não só as ferramentas da AI, mas também o ramo em que o seu assessorado está inserido, a concorrência que enfrenta, os consumidores e os seus fornecedores, para que, mais uma vez, não haja surpresas. A mentira e a surpresa não devem fazer parte do ambiente de trabalho do assessor: já bem bastam as surpresas inevitáveis! Ou melhor, não pode haver mentiras por parte do cliente. As omissões podem justificar-se sempre que o profissional considere necessário, no sentido de preservar, salvaguardar a imagem institucional. É também o assessor de imprensa que irá decidir se e quando as revelações poderão vir a tornar-se de conhecimento público. Mais uma vez reforçamos a importância do timing nesta profissão, pois é aqui que muitas vezes se revelam os bons e os menos bons profissionais deste meio.
A AI “procura controlar (aumenta ou restringe) o fluxo de informação que é veiculado nos media sobre o assessorado”. Os objectivos do controle de informação passam por: i) Evitar a dispersão de meios e esforços; ii) Possibilitar uma visão integral dos problemas e viabilizar possíveis soluções; iii) Evitar imprevistos; iiii) Pormenorizar as vantagens; iiiii) Definir metas e responsabilidades; iiiiii) Estabelecer uma unidade de discurso nas mensagens para que a informação fornecida aos media seja coerente.
AV
